Museu Histórico e Pedagógico Major Novaes



O Museu Histórico e Pedagógico Major Novaes é de propriedade da Prefeitura Municipal de Cruzeiro.
O atrativo é um casarão colonial, construído em 1840 pelo Capitão Antônio Dias Teles de Castro, para servir de sede à antiga Fazenda Boa Vista (há relatos de sua construção ter sido de 1805 - dados não oficiais).


Foi residência do Major Manoel de Freitas Novaes, o “Major Novaes”, responsável pelo desvio dos traçados das estradas de ferro D. Pedro II, para passar em suas terras, fatos que causaram o surgimento da cidade de Cruzeiro.


O Museu possui um acervo histórico composto por peças, de mobília, imagens sacras, pratarias, porcelanas, cristais, livros, fotografias, moedas.




O imóvel foi o núcleo inicial do município e está vinculado a uma fase da história cruzeirense. Prédio com dois andares, feito de taipa e alvenaria, em estilo colonial. Possui amplas janelas, terreiro de secar café e pomar e grande área verde circunda a casa com figueiras centenárias.

A casa conserva em seu interior móveis, objetos e documentos relacionados à casa do patrono, Major Novaes, um dos maiores cafeicultores do século XIX, que gozou de grande fortuna e de prestígio na região e junto à família imperial, de tal maneira que se tornou compadre do Imperador D. Pedro II. O café produzido na fazenda, de marca "Coroa" era usado por toda família imperial.


O museu também recebe várias visitas mensalmente de universitários, pesquisadores e museólogos que vem em busca de um maior conhecimento através do grande acervo encontrado no local.

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A semana da destruição


Não, não estamos nos referindo aos ataques terroristas no metrô da Rússia, ou tão pouco a invasão Americana em Bagdá. Mas sim nos referindo à destruição psicológica causada por algumas das melhores instituições educacionais deste país.

A chamada, “semana da destruição”, conhecida por diversos universitários é um período de provas contínuas, o qual somos submetidos aos maiores momentos de stress, desgaste psíquico que um estudante poderia passar até o prezado momento de nossas vidas.

Pois, de acordo com alguns psicanalistas, a maioria dos estudantes, inseridos na faixa etária entre 18 e 25 anos, não estão formados intelectualmente por inteiro, sendo assim, os danos causados agora, poderão se tornar irreversível depois, devido a ansiedade, nervosismo, fazendo com que alguns estudantes usufruam de certas substâncias psicotrópicas para causar um nível de atenção maior, podendo levar inclusive a dependência química.

No entanto, as instituições de ensino, visam com isso o melhor procedimento de inserção do mercado. Essa preparação que nos possibilitará ser o que sonhamos, e assim também, sermos os arquitetos de nossas próprias vidas.

Apesar dessa precipitação ao tentarem nos projetar na vida profissional o mais rápido possível, levando por trás de tudo isso, a instituição que somos formados, para você, quem tem razão a ciência, ou a educação?

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Entrevista com Flávio Moraes sobre musicais nacionais



A onda do momento são os musicais, seja no cinema, no teatro ou na televisão, eles chegaram e estão invadindo a nossa cultura.

Para conversar um pouco sobre o assunto fui ao encontro de um grande amigo, que hoje participa e produz musicais, para me explicar um pouco sobre essa nova mania e como isso nos afeta diretamente.

Confira a entrevista:

Nome:

Flávio Ermirio de Moraes

Idade:

21



Cursos/musicais:
Iniciei meus estudos na área de teatro musical com o grupo TeenBroadway em Agosto de 2008 e em 2010 entrei na primeira turma do primeiro curso para formação de atores de teatro musical na America Latina, na escola 4Act Performing Arts. Já participei de 5 espetáculos amadores, todos com o grupo TeenBroadway e me apresentei algumas vezes em festas e eventos com um grupo de atores/cantores que ajudei a montar. Tenho trabalhado também, nos últimos meses, na parte de criação de espetáculos inéditos, escrevendo dois musicais, dos quais um estreará este ano.

O que acha da produção de musicais nacionais?

As produções nacionais na área dos musicais estão cada vez mais se aprimorando e buscando o nível de excelência encontrado em países como E.U.A, Inglaterra e Alemanha. No entanto, por se tratar de um gênero novo no país - o primeiro musical da Broadway montado no Brasil foi Rent em 1999 e um grande desastre - ainda não há mão de obra qualificada para exercer algumas funções, tanto na área técnica (iluminação, som, engrenagens, cenário) quanto na área artística (coreógrafos, diretores, atores). Mas cada nova produção traz melhorias em relação à anterior e assim o nível vai aumentado.


Você acha que ainda tem um preconceito em relação a patrocinadores brasileiros apoiarem esse tipo de espetáculo?

Acho que não exatamente um preconceito mas sim uma incerteza em relação à popularidade destas peças. Nos últimos anos o número de produtoras dispostas a trabalhar na área do teatro musical cresceu muito, o que vem provando aos investidores e patrocinadores que este tipo de arte está sendo cada vez mais popular e rentável.

Já assistiu musicais traduzidos da broadway? Se sim quais?

Sim. Já assiti à Bela e a Fera, Miss Saigon, WestSide Story, My Fair Lady, Rent (em DVD), O Rei e Eu, O Despertar da Primavera e Hairspray.



Qual a sua visão sobre a importação de espetáculos e sua nacionalização?

Acho muito importante trazer grandes espetáculos estrangeiros para que a população se interesse por este gênero, ainda desconhecido no Brasil pela grande maioria, para que aos poucos comece a surgir uma cultura forte suficiente para que se possa criar musicais nacionais tão interessantes e bem executados quanto os importados.

Você escreveu um musical, quais foram as dificuldades encontradas nesse seu projeto:
Minha maior dificuldade foi achar referências escritas de roteiros para musicais porque no Brasil ainda não há tradução e nem importação de livros que tratem deste assunto.

Você conhece outros escritores de musicais nacionais?

Existem ainda poucas pessoas que se preocupam em criar musicais nacionais. A produtora Aventura, do Rio de Janeiro, foi a primeira a montar um musical inteiramente nacional mas com a estética e todo estilo Broadway. Existem também musicais menores nacionais, a grande maioria baseada na literatura, mas que não se utilizam deste padrão Broadway.

O que você acha da reação do publico em relação aos musicais?

Acredito que o público esteja cada vez mais se interessando e aceitando o teatro musical no Brasil. O crescente número de produções, e o valor investido em cada uma delas - de 1,5 milhão de reais à cerca de 10 milhôes de reais - é forte evidencia deste fator. Espero que à medida em que haja mão de obra mais qualificada e, assim, produções cada vez melhores, a reação do público seja ainda melhor, concretizando o valor deste gênero.

Vídeos de produções nacionais:



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Resenha da exposição: "Andy Warhol, Mr. America" - Estação Pinacoteca



Fui visitar a exposição "Andy Warhol, Mr. America", e tentar desvendar um pouco da genialidade desse artista pop.

Infelizmente não é permitido bater fotos ou filmar, a segurança é super chata nesse quesito, consegui fazer algumas imagens com meu celular mas por utilizar o famoso jeitinho brasileiro, achei melhor não publica-las aqui, por isso estou usando imagens da internet.



O conteúdo distribuído aos visitantes é nulo, não existe qualquer cronograma, ou informativo sobre a amostra, ponto falho para Estação Pinacoteca, mas que não é de todo mal, o conteúdo dos textos nas paredes e a linha do tempo que eles realizaram contanto toda a história do artista deu um suporte ao visitante, além é claro da entrada ser fraca aos sábados, possibilitando a entrada de todos os interessados.


A amostra conta com a maioria das obras e filmes produzidos pelo artista, senti falta apenas da famosa gravura da Banana e de uma maior explicação sobre seus filmes, sim Warhol, se aventurou no mundo do cinema e fez algumas películas interessantes como a Blow Job, aonde as expressões faciais de um ator é gravada enquanto ele recebe sexto oral, e a Empire gravação de 8 horas do famoso prédio Empire States.

Mas o ponto alto da exposição para mim foi ver a sua obra mais famosa e aquela que me encanta, as famosas latas da sopa Campbell's, uma emoção que todos precisam ter.
Claro que ver as gravuras de Marilyn Monroe também trazem o que é Andy Warhol, um artista que como ele mesmo disse em um dos textos que li na exposição, não acha bacana o que os jornais fazem quando uma celebridade morre, eles não querem deixar o povo feliz e sim triste, algo que os artistas em vida não queriam transmitir, por isso ele as retratam coloridas.



Outro caráter importante da exposição é exibir, junto com os trabalhos mais famosos, sua obra mais experimental, até então normalmente vista em pequenas mostras ou como trabalhos menores. Há 17 filmes na exposição, e trabalhou em vários suportes, chegando até a criar ambientes imersivos, como "Silver Clouds" (nuvens prateadas), de 1966, ou "Cow Wallpaper" (papel de parede de vaca), de 1972.

Uma exposição obrigatória para todos os alunos de comunicação social.

ANDY WARHOL, MR. AMERICA

Quando: abertura, sábado, às 11h; de ter. a dom., das 10h às 18h

Onde: Estação Pinacoteca (lgo. General Osório, 66, Centro, SP, tel.0/ XX/11/ 3335-4990); até 23/5

Quanto: R$ 3 a R$ 6 (sábado, grátis)

Cotação: ótimo

Site: http://www.pinacoteca.org.br/?pagid=exposicoes

Fontes das imagens: Google Imagens

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